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RECICLAGEM

Descarte de lixo terá novas regras no Ministério do Trabalho

Sistema de coleta seletiva vai beneficiar cerca de 2 mil famílias de catadores do Distrito Federal e Entorno, que poderão recolher o material reciclável

  • Publicado: Quinta, 22 de Fevereiro de 2018, 12h21
  • Última atualização em Quinta, 22 de Fevereiro de 2018, 12h21
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O descarte de lixo na sede do Ministério do Trabalho, em Brasília, vai mudar a partir de abril. A nova metodologia foi anunciada durante o lançamento da Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos, no auditório do órgão, nesta quarta-feira (21). O material coletado será destinado à reciclagem, beneficiando aproximadamente 2 mil famílias ligadas a cooperativas e redes de catadores. “A reciclagem é de suma importância para que a questão do meio ambiente seja respeitada e reconhecida”, afirmou o subsecretário de Economia Solidária (Senaes), Natalino Odalkoski.

Nos próximos dias serão definidos os processos de seleção das cooperativas que recolherão o lixo. O Comitê Gestor da Coleta no prédio sede e nos anexos receberá as listas das entidades associadas às duas principais redes de catadores do Distrito Federal – Rede Alternativa e Central de Cooperativas de Materiais Recicláveis do Distrito Federal e Entorno (Centcoop/DF) –, além de catadores da CoopLimp que trabalharam no Lixão da Estrutural.

Lixeiras coletivas - Antes de a mudança ser implementada, haverá uma campanha para conscientizar os servidores do Ministério do Trabalho a respeito das novas regras e da coleta seletiva. A primeira alteração será a troca das lixeiras individuais das salas por recipientes coletivos, identificados com adesivos e separados para “recicláveis” e “orgânicos e rejeitos”, colocados em pontos estratégicos, de acordo com o espaço de cada sala. As lixeiras coletivas terão sacos de duas cores distintas – azul para recicláveis e preto para orgânicos e rejeitos. Também terão informações sobre o que é reciclável e o que não é.

Grande gerador – Segundo o responsável pela sistematização do processo, o gestor governamental José Ivan Mayer de Aquino, a Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos no Ministério do Trabalho segue o modelo adotado pelo Ministério da Fazenda, que já está trocando as lixeiras nos corredores dos seus prédios no Distrito Federal.

As mudanças atendem à determinação da Lei Distrital nº 5.610/2016 e o Decreto Distrital nº 37.568/2016, em consonância com o Lei 12305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Classificado como “grande gerador de resíduos sólidos”, por gerar mais de 120 litros de lixo não reciclável por dia, o Ministério do Trabalho passa a ser responsável pela separação do seu lixo nas duas categorias. Além disso, a coleta do lixo orgânico não é mais feita pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Assim, tanto o recolhimento quanto o transporte desse material para o aterro sanitário também são de responsabilidade dos grandes geradores, desde o início de 2018.

Aquino explica que, como os dois órgãos federais dividem espaços no Bloco F da Esplanada dos Ministérios, o objetivo é que a campanha do Ministério do Trabalho adote o mesmo nome – “Separe Aqui” – já utilizado pelo órgão fazendário.


Ministério do Trabalho
Assessoria de Imprensa
Daniel Hirschmann
imprensa@mte.gov.br
(61) 2021-5449

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