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Observatórios

Futuro do trabalho e qualificação são o foco até 2019

Participantes de seminário definiram temas principais para aprimorar as políticas públicas nos locais em que os Observatórios atuam

  • Publicado: Quarta, 13 de Junho de 2018, 16h13
  • Última atualização em Quarta, 13 de Junho de 2018, 16h13
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Albino Oliveira/ ASCOM/ Ministério do Trabalho
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O futuro do trabalho e a necessidade de qualificação profissional serão temas dominantes entre os integrantes da Rede de Observatórios do Trabalho até 2019. O foco foi definido na reunião final do 3º Seminário da Rede de Observatórios do Trabalho, que começou segunda (11) e terminou nesta terça-feira (12), na sede do Ministério do Trabalho, em Brasília. “Um dos temas que ficou definindo no planejamento é o futuro do trabalho e a necessidade de qualificação profissional, porque todos os Observatórios estão estudando as realidades locais para construir uma metodologia conjunta nesse debate”, informou o analista de Políticas Sociais Felipe Vella Pateo, representante do Ministério do Trabalho (MTb) no evento.

Outra medida adotada será o intercâmbio metodológico, que vai permitir a utilização das bases de dados de cada Observatório e do MTb. Dessa forma, será possível integrar o trabalho de cada Observatório, para melhorar a captação dos dados, tirar dúvidas e aprimorar o processo. “Sempre com o foco de aprimorar as políticas públicas nos locais em que os Observatórios atuam”, frisou Pateo.

A Rede também vai se estruturar e deverá definir nomes para o seu comitê gestor. O objetivo é melhorar suas formas de governança, para obter mais eficiência na atuação conjunta e interligada. Para essa ação conjunta, um instrumento a ser usado é o ambiente virtual, com o site https://redeot.colivre.net/. Cada membro de Observatório pode fazer seu perfil e criar sua comunidade, facilitando o processo de troca de informações com os demais membros.

Atores - O 3º Seminário da Rede de Observatórios do Trabalho reuniu técnicos de Observatórios do Trabalho, pesquisadores, gestores públicos e membros de conselhos públicos, durante dois dias, na capital federal. “São os atores mais relevantes na discussão de políticas púbicas do trabalho, além do próprio Ministério do Trabalho, OIT (Organização Internacional do Trabalho), Ipea (Instituto de pesquisas Econômicas Aplicadas) e estudiosos que pesquisam políticas públicas de trabalho. Eles deram suas contribuições para subsidiar a continuidade do trabalho de cada observatório membro em sua respectiva região”, explicou o analista do MTb.

Durante o encontro, foram abordados o uso de estatísticas e informações do mercado de trabalho no ciclo de políticas públicas de emprego, trabalho e renda, como parte do Projeto Desenvolvimento de Instrumentos e Atualização dos Indicadores de Apoio à Gestão de Políticas Públicas de Emprego, Trabalho e Renda, desenvolvido por meio de convênio entre o MTb e o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O objetivo do seminário foi a disseminação de conhecimento sobre o mercado de trabalho brasileiro. Durante os debates, foram apresentadas as formas de utilização de análises locais do mercado de trabalho para a tomada de decisões no âmbito das políticas públicas de emprego, trabalho e renda. “Agora será feito um documento de planejamento da rede de observatórios, que deve ficar pronto em duas semanas”, disse Pateo.

 

Ministério do Trabalho
Assessoria de Imprensa
Daniel Hirschmann
imprensa@mte.gov.br
(61) 2021-5449

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