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Com geração de 11.536 vagas, Piauí fecha 2017 com 453.229 empregos formais

Ministério do Trabalho aponta que setores com mais postos de trabalho no ano foram Administração Pública, Serviços e Comércio 

  • Publicado: Sexta, 05 de Outubro de 2018, 18h23
  • Última atualização em Sexta, 05 de Outubro de 2018, 18h23
  • Acessos: 191

O Piauí teve crescimento do estoque de empregos formais e chegou a 453.229 vínculos em 2017, aponta a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho. Foram 11.536 novas vagas, o que representa um aumento de 2,61%, em comparação com 2016.

Os setores com mais postos de trabalho foram os de Administração Pública, que fechou o ano com 163.044 vínculos; Serviços, com 140.475 empregos; e Comércio (89.235).

A Rais é a base de dados mais completa sobre empregadores e trabalhadores formais no Brasil. O documento é um dos mais importantes para as estatísticas brasileiras porque traz informações sobre todos os empreendimentos formais do país, desde aqueles sem nenhum funcionário até empresas com milhares de empregados.

A partir dos dados da Rais é obtido o perfil das empresas e dos trabalhadores brasileiros, que serve para a elaboração de políticas públicas de emprego do governo e para o pagamento de benefícios.

Desempenho Nacional
O número de empregos formais no Brasil cresceu em 2017 e alcançou 46.281.590 vínculos. Isso representa aumento de 0,5% em relação a 2016 – foram 221.392 postos de trabalho a mais.

A remuneração média do brasileiro teve alta de 2,1% em 2017, chegando a R$ 2.973,23. O salário das mulheres cresceu mais do que dos homens, passando para R$ 2.708,71 (elevação de 2,6%). O salário médio masculino cresceu 1,8%, alcançando média de R$ 3.181,87.

Pessoas com deficiência
O Brasil teve crescimento no estoque de empregos formais para pessoas com deficiência. Foram 22.818 novos postos de trabalho para este grupo, um saldo positivo de 5,5%. Houve aumento para trabalhadores com os cinco tipos de deficiência (física, auditiva, visual, intelectual e múltipla) e também para reabilitados.

A maior alta foi registrada para deficientes visuais, com crescimento de 16,3%, em relação a 2016 (+8.697 novas vagas). Trabalhadores com deficiência intelectual (mental) tiveram 2.493 empregos a mais (+7,3%). Pessoas com deficiência múltipla obtiveram 370 novos postos de emprego formal – alta de 5,1%.

Ministério do Trabalho
Lucas Nanini
Assessoria de imprensa
imprensa@mte.gov.br
(61) 2021-5915

 

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