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Nova Previdência vai reforçar credibilidade e segurança jurídica do Brasil

‘Precisamos restaurar a integridade do governo para poder voltar a investir na sociedade’, disse secretário Rogério Marinho na Câmara dos Deputados

  • Publicado: Terça, 21 de Maio de 2019, 20h10
  • Última atualização em Terça, 21 de Maio de 2019, 20h10
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Os mais pobres serão os principais beneficiados com a Nova Previdência, destacou nesta terça-feira (21) o secretário especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, em audiência pública na Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados. 

“O sistema atual é injusto. Poucos ganham muito e muitos ganham pouco. A média de aposentadoria dos servidores do Poder Legislativo é de R$ 29.195,00; enquanto a do aposentado do Regime Geral é de R$ 1.371,25”, afirmou Marinho. Ele lembrou que os mais ricos se aposentam, em média, mais cedo que os mais pobres.

“Na proposta da PEC 06/2019, os mais ricos vão se aposentar com a mesma regra que os mais pobres. Hoje os mais ricos se aposentam em média com 55, 56 anos. Isso vai mudar”, afirmou.

Marinho destacou também que brasileiros estão vivendo mais no Brasil e que, simultaneamente, está caindo a taxa de natalidade. "A demografia impõe a Nova Previdência, pois temos um gap demográfico que se exauriu. A tendência é uma taxa de reposição negativa, pois a população gradativamente está envelhecendo", ressaltou.

Mudanças

O secretário especial de Previdência e Trabalho explicou que entre os anos 1995 e 2018, 78 países aumentaram as taxas de contribuição previdenciária, outros 57 aumentaram a idade legal de aposentadoria e 61 países mudaram a regra de cálculo dos benefícios. "Não é uma prerrogativa nossa, é um fenômeno mundial em função do envelhecimento da população e da sua longevidade", disse, ao falar sobre a importância da Nova Previdência. "Em cada um desses países, aqueles que não fizeram a reforma em tempo hábil terminam avançando nos direitos daqueles que já se aposentaram, que não é o caso da PEC 06/2019 [da Nova Previdência]".   

Diante desse cenário, Marinho reforçou a importância da Nova Previdência para equilibrar as contas do país, assegurar o pagamento das aposentadorias futuras e permitir que o governo volte a ter fôlego para investir em educação, saúde, segurança e infraestrutura. “Precisamos restaurar a integridade do governo para poder voltar a investir na sociedade. Não adianta ter uma boa aposentadoria e o Estado não ter condição de pagar a aposentadoria. Todos temos que dar nossa contribuição. Todos são chamados para participar”, disse Marinho. 

“A Nova Previdência, por si só, não vai resolver os problemas submersos que o Brasil se encontra, mas vai dar credibilidade, segurança jurídica e confiabilidade para o país honrar seus compromissos”, finalizou.​

 

Ministério da Economia
Secretaria Especial de Previdência e Trabalho
Kamila Rodrigues
imprensa@mte.gov.br
(61) 2021-5449​

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