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Ministro Paulo Guedes destaca urgência da geração de emprego e renda

“O Brasil é uma cultura hostil de negócios, investimento e empregos. Precisamos das reformas para acelerar o crescimento econômico", disse o ministro

  • Publicado: Terça, 04 de Junho de 2019, 20h08
  • Última atualização em Quinta, 06 de Junho de 2019, 13h39
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A importância da Nova Previdência para o crescimento da economia brasileira e para o combate às desigualdades foi o tema central da participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, em audiência na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (4).

Paulo Guedes abordou os principais resultados que o governo federal projeta com as mudanças das regras previdenciárias, constantes da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 6/2019. “Se aprovarmos a Nova Previdência vamos dar um choque de emprego na juventude”, disse o ministro, ao explicar que, depois da aprovação da proposta que está no Congresso, começará o debate sobre o novo sistema de poupança garantida.

Segundo o ministro, as mudanças na Previdência são necessárias para tirar a economia brasileira da estagnação. “O Brasil é a oitava economia do mundo, mas é a centésima nona no ambiente de negócios. É uma cultura hostil de negócios, investimento e empregos. Assim não há crescimento. Precisamos das reformas para acelerar o crescimento econômico. A palavra de ordem agora é geração de emprego e renda”, enfatizou.

Guedes destacou que o Brasil vai crescer mais, aumentar a produtividade e até elevar os valores de benefícios da previdência e os salários. “Não tenho dúvidas de que temos de libertar as gerações futuras dessa armadilha. Não é à toa que o Brasil cresce hoje, em média, 0,6%”.

Paulo Guedes afirmou que o governo lançará programas específicos de qualificação de mão de obra para aumento da eficiência. "Em quatro anos queremos sair do centésimo nono lugar para ficarmos entre os 50 primeiros no ranking de facilidade de negócios". Ele destacou também que a abertura da economia brasileira será gradual, ao longo dos próximos anos.

O ministro explicou que a Nova Previdência tem, primeiramente, a dimensão fiscal, que possibilita a retomada do crescimento econômico e a geração de emprego e renda, além de "clarear horizontes" para que os investimentos privados internos e externos ocorram no país. "A aprovação da Nova Previdência também dará um choque de emprego na juventude, que tem uma taxa de desemprego maior que as pessoas experientes", disse Paulo Guedes.

Guedes afirmou que a equipe econômica não está parada na reforma da Previdência e que tem outras medidas prontas para retomada do crescimento do país. Depois da Nova Previdência será enviada ao Congresso a Reforma Tributária e o Novo Pacto Federativo. “Nossa função é prover alternativas, mas quem decide são os políticos. "Quero garantir aos senhores que não estamos parados à espera da Nova Previdência", ressaltou.

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