Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Notícias > Marinho afirma que Nova Previdência permitirá retomada de investimentos públicos
Banner Ministério da Economia
Início do conteúdo da página
Últimas notícias

Marinho afirma que Nova Previdência permitirá retomada de investimentos públicos

Secretário especial explicou, durante seminário em Brasília, que mudanças darão equilíbrio financeiro para estados e União priorizarem demandas básicas da sociedade

  • Publicado: Quinta, 06 de Junho de 2019, 10h58
  • Última atualização em Quinta, 06 de Junho de 2019, 13h38
  • Acessos: 268

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, voltou a afirmar nesta terça-feira (4) que a Nova Previdência trará mais equilíbrio para os gastos públicos e permitirá a retomada dos investimentos em demandas básicas da sociedade. “A reestruturação do nosso sistema previdenciário interessa principalmente aos mais pobres”, declarou durante painel do 9º Seminário Internacional de Administração Pública e Economia, promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), em Brasília.

Ao participar da mesa “A Agenda Previdenciária: Reformas Difíceis, porém Necessárias”, Marinho reforçou que a reestruturação da Previdência é fundamental para resolver a principal pressão sobre as contas públicas. Segundo o secretário, a maior parte dos estados não tem condições de prover saúde e educação públicas de qualidade. Além disso, citou que Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás já estão com pagamentos aos servidores e pensionistas em atraso.

Impacto

Rogério Marinho também rebateu críticas de que a economia prevista com a Nova Previdência, de mais de R$ 1 trilhão, teria impacto sobre os trabalhadores mais pobres. “Se formos avaliar a questão da proporcionalidade, o impacto no Regime Próprio é 14 vezes maior do que no Regime Geral. Então, quando nós afirmamos que quem tem mais vai contribuir com mais e quem tem menos vai contribuir com menos, nós comprovamos isso matematicamente”, disse.

O secretário destacou que a reestruturação do sistema previdenciário tornou-se quase unanimidade entre a população e os parlamentares que discutem o tema no Congresso Nacional. “A discussão hoje não é se ela precisa ser feita, mas de que tamanho e de que forma ela se dará”, afirmou.

registrado em:
Fim do conteúdo da página