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Leonardo Rolim: desafio da Previdência é demográfico e fiscal

Secretário de Previdência participou nesta terça (11) de audiência pública sobre o impacto da Nova Previdência nas populações tradicionais da Amazônia    

  • Publicado: Terça, 11 de Junho de 2019, 19h39
  • Última atualização em Terça, 11 de Junho de 2019, 19h45
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O impacto da Nova Previdência nas populações tradicionais da Amazônia foi o tema central da audiência pública realizada nesta terça-feira (11) na Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados em conjunto com a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e a Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia (Cindra). O secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, participou da reunião. 

“Historicamente, a região Norte é a que enfrenta os maiores desafios de desigualdade econômica e social em relação ao restante do país. A Nova Previdência não tira nenhum direito, mas propõe mudar as fórmulas de cálculo para que ocorra transferência de renda para os mais pobres e para sanar a grande transferência previdenciária para quem tem alta capacidade contributiva”, acrescentou. 

O secretário disse que “o desafio da Previdência é demográfico e fiscal”. E ressaltou: “Sem esse enfrentamento, não vamos conseguir que o país passe a se desenvolver de forma sustentável. Enfrentar esse desafio previdenciário não é desproteger os mais pobres, mas, sim, acabar com as transferências de renda para quem não precisa”. Rolim reiterou que o que se pretende é igualar as regras e fazer com que as pessoas que têm melhores condições de emprego e renda se aposentem na mesma idade da população mais pobre. 

A Nova Previdência foi concebida com o objetivo de equacionar as contas públicas para tornar o Brasil mais atrativo aos investimentos e fomentar a geração de emprego e renda. “Com geração de empregos vamos conseguir mudar o jogo. Vamos ter mais receitas, investir mais em educação e saúde, em políticas sociais, e, assim, proporcionar ao país melhores condições para se desenvolver. A Nova Previdência é indispensável para tenhamos condições de desenvolver outras políticas”, afirmou Leonardo Rolim.

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