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Anuário do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda

O Ministério do Trabalho, em convênio com o DIEESE, apresenta o Anuário do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda 2016. A publicação traz dados que mostram tendências recentes do mercado de trabalho e das políticas públicas de emprego, trabalho e renda no Brasil.

São sete livretos com um conjunto de indicadores dos seguintes temas:

1) Mercado de Trabalho

2) Remuneração

3) Intermediação de Mão de Obra

4) Seguro-Desemprego

5) Qualificação Profissional e Aprendizagem

6) Microcrédito e Proger

7) Saúde do Trabalhador, com base na Rais.

Nesta edição, pela segunda vez, foi produzido um oitavo livreto com uma análise dos indicadores (Análise de Indicadores Selecionados).

 

ALGUNS DESTAQUES

Mercado de trabalho
Com a crise econômica, a taxa de desocupação do país quase dobrou entre 2012 e 2016, passando de 6,9% para 12,0%. A proporção de desocupados com mais de dois anos de procura também duplicou - foi de 18,9% para 36,9% no mesmo período.

Intermediação de Mão de Obra
Em 2016, dos 4,6 milhões de trabalhadores que se inscreveram no Sine, a grande maioria estava desempregada (89,9%).

Seguro-Desemprego
O Seguro Desemprego é fundamental para diminuir o impacto da crise econômica na vida dos trabalhadores e suas famílias. A taxa de reposição salarial chegou a 77,4% dos salários médios que os trabalhadores recebiam nas empresas, o que mostra a importância de se aumentar o número de parcelas pagas.

Microcrédito e Proger
Segundo a Pnad, 496 mil empreendedores agrícolas (ou 13% do total) receberam algum tipo de financiamento em 2014 no Brasil, a maioria do Pronaf (76,3% dos que receberam financiamento). No mesmo ano, 744 mil empreendedores não agrícolas obtiveram crédito (4% do total de empreendedores não agrícolas). Em 2015, o PNMPO atingiu R$ 12,4 bilhões, distribuídos em 5,2 milhões de contratos. Entre 2009 e 2015, o número de contratos cresceu 221%, enquanto o de valores emprestados subiu 241%.

Remuneração
O crescimento e a expansão das políticas públicas de emprego e trabalho e renda são fundamentais para expansão da renda e a diminuição da desigualdade no mercado de trabalho, pois aumentam a demanda de força de trabalho, ao mesmo tempo em que podem contribuir para diminuir o tempo de desemprego e perda de renda durante o período de falta de vagas.

 

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